Pra dirigir precisa de CNH e estar sóbrio. Falhou um, dançou. É o “e” da lógica inteiro numa cena.
Matemática e Raciocínio Lógico para concursos dentro de situações que você já conhece. Fórmula vira história, pegadinha vira previsível — você para de decorar e começa a acertar.
Seu cérebro não é calculadora — é contextual. Você lembra de histórias, de pessoas, de situações. Então é assim que a gente estuda: cada regra de lógica ou de matemática vem dentro de uma situação da vida real. Na prova, você lembra da cena e a regra vem junto.
Negação ou equivalência? Juro ou montante? Marca no enunciado. A maioria dos erros é leitura apressada — a pegadinha mora na letra A.
Qual conectivo, qual conceito. Identificar a ferramenta é ler a bula: pra cada situação, um procedimento certo.
A blitz, a promessa, o churrasco, o aluguel do dinheiro. Traz a situação, que a regra vem dentro. É o coração do método.
Monta a tabelinha, arma a conta, testa os casos. Não testa quem é mais inteligente — testa quem é mais organizado.
Alguns dos contextos que a gente usa pra destravar as pegadinhas mais cobradas:
Pra dirigir precisa de CNH e estar sóbrio. Falhou um, dançou. É o “e” da lógica inteiro numa cena.
Prometeu e não cumpriu? Ficou feio. Não prometeu? Ninguém te cobra. A condicional que todo mundo já viveu.
Você paga aluguel pra usar casa que não é sua; paga juro pra usar dinheiro que não é seu. Simples assim.
Se 10 pessoas comem 4 kg, 15 comem quanto? Você já resolve isso sem saber que tem nome.
Comece pela base — RL e Matemática do Zero — ou vá direto pro seu concurso. Cada curso tem sua própria página, com as versões e os detalhes. Clique e veja.
Raciocínio Lógico para o Tribunal do Trabalho da 4ª Região, resolvido por contexto.
Matemática e Matemática Financeira do jeito que a banca cobra, resolvidas por contexto.
Raciocínio Lógico deduzido, não decorado — foco no que o Cebraspe mais cobra.
Matemática Financeira do começo ao edital: juros, descontos e amortização, sem decoreba.
É aqui que a maioria deveria começar. Toda a teoria de Raciocínio Lógico e Matemática que cai em concurso — do básico ao avançado, na ordem certa e sem pré-requisito. Você reconstrói a base que faltou e para de travar em número, com o Método Spolador transformando cada regra numa cena que não sai da cabeça.
O melhor: essa fundação é a mesma pra qualquer banca. Aprende uma vez e leva pra Banco do Brasil, Caixa, INSS, TRT-4 — ou qualquer edital que aparecer.
Prints reais de alunos comemorando depois da prova — concursos policiais, de tribunais, de banco e muito mais. Isto aqui é só uma amostra.

Sou professor de Raciocínio Lógico, Matemática e Matemática Financeira, e diversos dos meus alunos foram aprovados em concursos policiais, bancários, de tribunais e de todo tipo. São mais de 5 anos dedicados a concursos — com uma ligação de berço com esse mundo: sou filho do Sérgio Spolador, um dos maiores professores para concursos do país. E não fico só do lado de cá: também já fui aprovado em concursos, chegando até a assumir no Banrisul.
A verdade é que passei tempo demais vendo gente travar em exatas achando que o problema era ela. Não é. O problema quase sempre é o jeito como ensinaram: na ordem errada, cheio de decoreba e desconectado da vida real.
Foi daí que nasceu o Método Spolador — transformar cada regra de matemática e de raciocínio lógico numa cena que você já conhece: a blitz, a promessa, o aluguel do dinheiro. Na prova, você lembra da cena e a regra vem junto.
Meu trato é simples: prometo método, questão de verdade desde o primeiro dia e uma base forte. A vaga é conquista sua — meu trabalho é te dar o caminho mais curto até ela. Nos vemos em sala de aula?
Questão de verdade na sua frente desde o primeiro dia. Escolha seu concurso e destrave as exatas.
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